Isabel C. (Isabel Coston) Byrum
Capítulo 72
um alaúde!" E então ele halloaed, "Gregory, de de Senhora demandas de Farrington
aquela canção vigorosa que você fez contra Rainha Ysabeau durante sua última visita."
Assim feito a Rainha comece o feriado dela.
Era um par bonito que avançou, com mão que deixa mão,
tardily, e com olhos malditos contudo extasiado: estes dois não eram overpleased
a estar transtornado, e o homem estava preocupado, como com direito ele bem possa
seja, pela tarefa o nomeou.
"Realmente, é isto seu testamento, minha irmã", que ele disse, "que eu devo
cante--esta canção?"
"É meu testamento", a Condessa disse.
E o cavaleiro arremessou atrás o gracioso dele encabece e riu. "Uma verdade, uma vez,
falado, pode não ser desconhecido em qualquer companhia. Não é, olhe você, de meu
própria escolha que eu canto, minha irmã. Ainda se o próprio Rainha Ysabeau fosse
me licite cante esta canção, eu não pude recusar, para, o Cristo me ajuda! a canção
é verdade."
Cantado Senhor Gregory:
"Senhora Ysabeau, prophecie de la,
Que li salva dit ne ment mie,
Que la royne sut ceus grever
Qui tantost laquais sot aymer--" [4]
e assim por diante. Era um ditty prolongado, e em seu teor não oversqueamish;
a carreira da Rainha na Inglaterra era detalhada sem qualquer gaguejar, e
você teria achado o unhandsome de catálogo. Ainda Senhor Gregory entregou
isto com um gusto incisivo, assinando a própria morte dele desesperadamente
autorização. As deslealdades dela, os adultérios dela e os assassinatos dela eram
feito em condições ardendo cujo vigor parecia, iguale agora, agradar o deles/delas
contriver. Ainda o trovador somou um peroration novo.
Cantado Senhor Gregory:
"Ma voix mocque, gemit de cuer de mon,--
Pense de Peu um ce que la voix dit,
Carro eu sócio du temps jadis
Et d'ung garson, surpris de d'amour,,
Et d'une fille--et la vois si--
Et grandement suis esbahi."
E quando Darrell tinha terminado, a Condessa de Farrington, sem
falando, varreu a mão esquerda dela para a bochecha dela e por pura chance pegada