Capítulo 19
a menina eu não levaria seque assim sem um centavo continental."
"Mas sua própria pobreza presente poderia o ocultar até mesmo à menina você
querido, não possa?"
"Não!" rido o sobrinho, "nada vai!"
"Deus bom! Bem, se você quererá Anna que eu farei isto fácil para você perguntar
para ela. Se não, eu farei isto tão duro quanto eu posso para você adquirir qualquer um
outro."
Ainda Hilary riu: "H-oh, tio, se eu amei qualquer menina, eu preferiria ter
o dela sem sua propriedade que com isto." De repente ele ficava sóbrio e ardeu:
"Eu desejo que você deixasse isto a Adolphe! Ele é uma montão-visão o empresário melhor
que eu. Além, sendo mais velho, ele sente ele tem o direito melhor a isto.
Você sempre sabe você contou com deixar isto a ele."
O General parecia preto: "Você na verdade recusa o presente?"
"Não. Não, eu não faço. Eu quero o agradar. Mas de minha própria livre escolha eu
não teria isto. Eu não sou nenhum abolicionista, mas eu não quero aquele tipo de
propriedade. Eu não quero a vida que tem que ir com isto. Eu sei outro
tipos que são tanto melhores. Eu só não estou pensando na moral
responsabilidade--"
"Por--! senhor, eu sou!"
"Eu sei que você é, e eu o honro para isto."
"Ora!... Hilary, eu--me obrigam muito a você para sua companhia, mas--"
"Você teve bastante", riu o homem jovem agradável. "Bom-igualando,
senhor." Ele levou uma cruz-rua.
"Bom-igualando, meu menino." O tom era tão tipo que Hilary lançou um olhar
atrás. Mas os olhos do General eram diretos antes dele.
Greenleaf acompanhou o Valcours à porta deles/delas. Charlie que repugnou
ele, e de quem admiração para a própria irmã dele era privadamente cínica, teve
os deixado a eles no trem. Lá, completamente undetected pelo
mesmo homem que tinha dito algumas mulheres seja muito feminino e ela era um, ela,
tinha jogado o sexo dela contra seu com uma energia só ocultada por seu
agilidade intelectual e seu desígnio totalmente imparcial. Charlie