Capítulo 9
comparação é inevitável. E Codman, eu acredito, pôs a essência do
succinctly de assunto bastante.
Diz Codman: "O Gestes são histórias mundanas, a História é um cósmico
afazeres, nisso, onde o Manuel está em frente do mundo, o Jürgen considera o
universo.... O Dom Manuel é o Aquiles de Poictesme, como é o Jürgen seu
Ulysses."
E, asperamente, os saques de distinção. Ainda consideração minuciosa
descobre, eu penso, nestes dois jogos de lendas um mais profundo, se
mais sutil, diferencie, na manipulação do protagonista: com Jürgen tudo
do homem físico e mental é feito como de costume;
considerando que lidando com Manuel há, sempre, eu acredito, um certo
perceptível e estranho, se não inexplicável, indiferença. Manuel fez assim
e assim, o Manuel disse fulano de tal, estas lendas recontam: sim, mas nunca
em qualquer lugar eu descobri qualquer afirmação firme sobre os pensamentos de Manuel e
emoções, nem qualquer pio nos funcionamentos da mente deste herói. Ele é
"feito" do exterior, sempre ao comprimento de braço. Somente não é isso
A natureza de Manuel é tinctured com o unhumanness fresco do pai dele o
água-demônio: estes poetas velhos de Poictesme prefeririam parecer, se de
intenção ou não, ter lidado com o herói nacional deles/delas como uma pessoa,
howsoever admirável em muitas das façanhas dele quem eles nunca foram
capaz completamente amar, ou completamente simpatizar com, ou ver
totalmente sem desconfiança.
Há vários modos de responder por isto fact,--percorrendo do
danoso como também aspecto beneficente do tempestade-deus, para o natural
inabilidade de um poeta para entender um homem que tem sucesso em tudo: mas
afinal de contas, o fato é de nenhuma importância presente a menos que pode bem
incitou Lewistam para sempre fazer às pressas um pouco os procedimentos dele com isto
Manuel ambíguo, e assim omitir as lendas em seguida incluídas, como
inadequado à atmosfera mais clara e mais ensolarada do _Popular Tales_.