Capítulo 7
figura.
Bem, este livro tenta prover aquele desiderato, e é, tão longe como
o escritor está atento, o um epítome bastante completo em inglês moderno,
da historiografia de Manuelian não incluída por Lewistam que ainda tem
estado preparado.
É óbvio, claro que, que em um único volume deste tamanho lá
não pôde ser incluído mais que uma seleção do grande corpo de mitos
o qual, nós podemos assumir, acumulou gradualmente redondo o sumamente entretanto
figura sombria de Manuel o Redentor. Ao invés, minha pontaria foi fazer
escolha de tais histórias e tradições como parecido a maioria ajustou para ser lançado em
a forma de uma narrativa conectada e sucessão regular de eventos; para
empreste a tudo aquilo tom saudável, edificante e otimista que em
leitura-assunto é tão geralmente preferível a mera inteligência; e
enquanto isso preservar como muito do estilo pitoresco do gestes como é
consistente com clareza. Também, então no mediaeval original
romances, ambos na prosa deles/delas e metrical formam, há ocasional
insinuações para processos naturais que fazem estas histórias impróprio ser
colocado nas mãos de leitores americanos que, como um corpo, ateste o deles/delas
respeitabilidade insistindo que os pais deles/delas eram culpados de
conduta não mencionável; e tais passagens necessitam claro que
editando considerável.
II
Nenhum aluno (e longe menos o cronista escolástico desses dura final
fins para de quem adiantamento "Hannibal invadiu Roma e Erasmus escreveram
em "abóbadas de claustro de Oxford) precisa ser contado hoje em dia que o Manuel destes
lendas são a todas as intenções uma pessoa fictícia. Que a princípios de meio
do décimo terceiro século lá estava regendo em cima do Poictoumois um
comandante poderoso nomeado o Manuel, ninguém disputou ultimamente seriamente.
Mas os eventos da existência humana atual deste Deus de
Poictesme--muito como o Imperador Frederick Barbarossa foi
identificado com o madeira-demônio Barbatos, e o profeta Elijah, "pegou