Capítulo 97
conforto--mais ou menos conforto. E um dia nós éramos para isto ele economizou uma lata
o' sardinhas e um pedaço grosso grande de bolo e uma garrafa de cebolas conservadas que
há pouco tinha vindo a ele de casa o dia antes; dito ele estava olhando
adiante para um alimento bom que noturno depois que o espetáculo acabasse. E--e ele
foi matado que dia!"
Moleiro pardo parou lá com a arte inata que deixou o clímax dele
falar para si mesmo.
"Sorte dura!" dito Bala de leite com compaixão. "Assim o alimento dele estava perdido!"
"Não dizer desperdiçaram exatamente", disse Pardo, enquanto retomando pão e queijo.
"Porque eu me lembro a este dia como bom eles cebolas eram. Ainda era
perdido, longe como ele estava preocupado--e ele era o aficionado particular' conservou
cebolas."
Mas até mesmo o prospecto de desperdiçar as rações dele não fez nada que induzir
Bala de leite para comer uma refeição. O homem no direito de Bala de leite foi abaixado atrás em
o fogo-passo aparentemente adormecido ou se aproxima isto. Moleiro pardo tinha virado
e abriu uma conversação baixo-harmonizada com o próximo homem, o freqüente
repetição de "mim diz" e "ela diz" dispondo algum clew à linha
da história dele e inclinando Bala de leite para acreditar isto não significaram para ele para
ouça. Ele sentia ele tem que falar com uns um, e estava com alívio que ele
viu Halliday, o homem no outro lado dele, se despertar e observa.
Algo sobre a face de Bala de leite pegou a atenção dele.
"Como você está sentindo?" ele perguntou, enquanto apoiando adiante e falando quietamente.
"Este é seu primeiro custo, não é isto!"
"Sim", disse Bala de leite, "eu sou certo. Eu--eu penso que eu sou certo."
O outro se mudou o fogo-passo ligeiramente, enquanto deixando um pequeno quarto, e
Bala de leite levou isto como um convite se sentar. Halliday continuou
fale em baixos tons que não eram provável para passar além do ouvinte dele
orelha.
"Não faça você é assustado", ele disse. "Você não tem nada muito ser assustado