Capítulo 66
observado, este tempo com um esquisito, uma luz bruxuleante quase relativo aos duendes seu
cílios extravagantes. "Há algo eu poderia ser bem" real, ele disse.
"Só, eu adivinho Poppa é chegou lá à frente de mim. Eu poderia ser um guardião elegante
para você--Sheila."
Novamente Sheila riu. Mas o tocar das moedas prateadas dela não era totalmente
verdadeiro. Havia uma falsa nota. Ela fechou os olhos dela involuntariamente. Ela era
se lembrando daquele momento uma hora ou dois antes quando o olhar de Sylvester teve
segurado o seu ao testamento dele. O pensamento do abaixo qual ela tinha prometido esmagou
na consciência dela com o sufocar, peso súbito de sua realidade.
Ela não pôde contar para Dickie. Ela não pôde--entretanto isto que ela não fez
admita--urso que ele deveria conhecer.
"Muito bem", ela disse, em uma voz dura e cansada. "Seja meu guardião. Isso
deveria ficar sóbrio qualquer um. Eu penso que eu precisarei tantos guardiães quanto
possível. E--aqui vem seu pai. Eu tenho esta dança com ele."
Dickie adquiriu apressadamente aos pés dele. "Oh, gosh!" dito ele. Ele era obviamente
e vividamente uma vítima de pânico. A face pequena e muito expressiva de Sheila
mostrado um pouco vislumbre de desprezo divertido. "Meu guardião!" ela parecia
escarneça. Encurtar o embaraço do momento ela pisou depressa em
o braço do Hudson mais velho. Ele levou a mão dela e começou a inflar isto e
abaixo, mantendo tempo à música e contando audibly. "Um, dois, três."
A Dickie ele não deu nem uma palavra nem olhar.
Sheila ergueu o queixo dela de forma que ela poderia sorrir a Dickie em cima de Papinha
ombro. Era um indulgente e perdoando sorriso, mas, conhecendo Dickie
olhe, saiu.
A face do menino era escarlate, o corpo dele rígido, os lábios dele apertado. Os olhos com
o qual ele tinha superado o sorriso dela seja os olhos duros de um homem. Sheila
desprezo tinha caído nele como uma chama. Em alguns minutos terríveis como
ele estava de pé isto queimado para cima uma parte da infantilidade dele lá.