Capítulo 55
batida. Ela era entusiasmada, mexeu. Ele tinha visto pelo unerringly de concha dela
como ninguém mais em todos sua vida tinha visto. Ele tinha adivinhado isso misteriosamente
ela teve o presente perigoso de aventura que debaixo da timidez e
incerteza de inexperiência não havia nenhum medo nela, que ela era um de
esses que prefeririam jogar com fogo que a esquente antes disto.
Sheila estava lá, descobriu e traiu. Ele tinha jogado nela como
em uma cana jovem flexível: aquela parada, a ambição dela, isto, ela,
romanticismo que, a vaidade dela, o quarto, a gratidão dela, o quinto, ela,
idealismo, o sexto, o descuido dela. E havia isto somou desejo--ela
tenha que ficar aqui e bóia-fria debaixo da chicotada da língua de "Mãe" ou ela deva
aceite este estranho, esta oferta inimaginável. Novamente ela abriu os olhos dela
mais largo e mais largo. Os alunos engoliram para cima o nublado cinza. Os lábios dela separaram.
"Eu farei isto", ela disse, estreitou os olhos dela e fechou a boca dela apertado. Com
tal um olhar que ela poderia ter lançado para um lance fatal de dados.
Sylvester pegou as mãos dela, os apertou até o tórax dele.
"Isto uma promessa é, menina?"
"Sim."
"Deus o abençoa!"
Ele a deixou ir. Ele caminhou em ar. Ele lançou aberto a porta.
Lá no limiar--estava de pé a "Mãe."
"Eu tipo de veja", ela demorou, "por que Sheila não levam nenhum interesse
em dancin!'"
"Você está errado", disse Sheila muito claramente. "Eu fui persuadido. Eu sou
indo para a dança."
Sylvester riu em voz alta. "Um para você, Mãe!" ele disse. "Desça em,
menina velha, enquanto Senhorita Sheila entra no vestido de festa dela. Diga, Aura, não é
você goin' me dar uma para-noite de dança?"
A esposa dele olhou curiosamente para a face vermelha, entusiasmada dele. Ela o seguiu dentro
silêncio abaixo os degraus.
Sheila estava, enquanto ainda escutando os passos descendo deles/delas, então ela ajoelhou
abaixo ao lado do pequeno tronco dela e abriu a tampa. O som do violino
roube hauntingly, beseechingly, tauntingly na consciência dela. Lá