Capítulo 16
em cima de para um lado, fixe a agulha em um registro de fonógrafo, apertou o
autor, e se absorveu rolando e acendendo um cigarro. Isto
realizado, ele pôs as mãos dele atrás da cabeça dele e, engrinaldou dentro aromático,
fumaça azulada, se deu até prazer completo da música.
Era uma canção de alguma opereta popular. Um soprano muito alto e um
dueto de tenor musical, sentimental, humoresque:
"Lá, seque seus olhos,
Eu simpatizo
Da mesma maneira que uma mãe vai--
Me ajude,
Eu entendo, nós vamos dormir terra
Como um pai, como uma mãe, como uma irmã, como um irmão."
Escutando esta melodia, a face de Dickie Hudson debaixo do gaslight,
expresso uma delícia extasiada e espiritual, tenro, romântico, melancólico.
Ele era um desprezo, mocidade de undersized, muito pálido, muito justo, com a face de
um menino delicado. Ele teve olhos azuis grandes, míopes em qual espreitou um
sorriso saudoso, deprecatório, um queixo pequeno que corre de bochecha-ossos largos,
para um ponto. Os lábios dele eram sensíveis e indecisos, o nariz dele informe, seu
cabelo macio e facilmente arrepiado. Havia marcas azuis duras abaixo o
olhos longo-chicoteados, uma palidez insalubre para as bochechas dele, um desprezo
mobilidade dos dedos dele.
Dickie ocupou um cargo de importância secundária no hotel, e o pálido dele,
face inocente quase era como familiar para seus protetores sobre esses do
taverna próxima porta--mais familiar a ambos que era a Hudson
"residência." Às vezes durante semanas Dickie não puxou o acolhimento escasso
dos "povos dele." Porém, para-noite ele foi solucionado para tentar isto. Depois de
escutando o disco, ele passeou em cima de para a taverna.
Dickie era curioso. Ele compartilhou o interesse de Moendas na senhora jovem" de
Noo York." Timidez lutou com um senso de aventura, até para-noite, um
noite completamente dez noites depois da chegada de Sheila, a coragem à que ele absorveu
a barra de A Aura lhe deu o ímpeto necessário. Ele se levantou
do cotovelo dele, afastado o pé dele da grade, endireitou o manchado dele