J. B. (John Bagnell) Bury
Capítulo 58
Credo Unitário foi modelado por Fausto Sozzini, geralmente conhecido como
Socinus, e no catecismo da seita dele (1574) perseguição é
condenado. Este repúdio do uso de força no interesse de
religião é uma conseqüência das doutrinas de Socinian. Para, o Luther distinto
e Calvin, o Socinians concedeu tal um quarto largo a indivíduo
julgamento na interpretação de Bíblia que impor Socinianism
teria sido incompatível com seus princípios. Em outro palavra, lá
era um elemento racionalista forte no qual estava faltando o Trinitário
credos.
Estava debaixo da influência do espírito de Socinian que Castellion de
Savoy soou a trompete de tolerância em um folheto que denuncia o
queimando de Servetus, por meio de que ele ganhou o ódio maligno de Calvin.
Ele manteve a inocência de erro e ridicularizou a importância que
as Igrejas se deitaram em perguntas obscuras como predestinação e o
Trindade. "Discutir a diferença entre a Lei e o Evangelho,
perdão gratuito de pecados ou imputou retidão, é como se um homem
era discutir se um príncipe era vir a cavalo,
[95] ou em uma carruagem, ou vestiu em branco ou em vermelho." [1] religião é um
maldição se perseguição é uma parte necessária disto.
Por muito tempo o Socinians e esses que vieram debaixo da influência deles/delas
quando, dirigido da Polônia, eles passaram na Alemanha e Holanda, era o
só seitas que defenderam tolerância. Foi adotado deles pelo
Anabaptists e pela seção de Arminian da Igreja Reformada de
Holanda. E na Holanda, o fundador do Congregationalists inglês,
quem (debaixo do nome de Independents) fez tal um papel importante dentro
a história da Guerra civil e a Comunidade, instruído o princípio
de liberdade de consciência.
Socinus pensou que este princípio pudesse ser percebido sem abolir
a Igreja Estatal. Ele contemplou uma união íntima entre o Estado e
a Igreja prevalecente, combinada com tolerância completa para outro,
seitas. Está debaixo deste sistema (que foi chamado jurisdicional)