J. B. (John Bagnell) Bury
Capítulo 5
opiniões, revolucionário ou não convencional, expressar. A verdade é isso
nenhum argumento válido pode ser fundado na concepção de direitos naturais,
porque envolve uma teoria insustentável das relações entre sociedade
e seus sócios.
Por outro lado, esses que têm a responsabilidade de governar um
sociedade pode discutir que é como titular neles proibir o
circulação de opiniões perniciosas sobre proiba qualquer anti-social
ações. Eles podem discutir que um homem fazer prejudica muito mais propagando
doutrinas anti-sociais que roubando o cavalo do neighbour dele ou fazendo
ame ao esposa do neighbour dele. Eles são responsáveis pelo bem-estar de
o Estado, e se lhes convencem que uma opinião é perigosa, por
ameaçando as suposições políticas, religiosas, ou morais em qual o
sociedade é baseada, é o dever deles/delas para proteger sociedade contra isto, como
contra qualquer outro perigo.
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A verdadeira resposta para este argumento por limitar liberdade de pensamento vai
se apareça no tempo devido. Era longe de óbvio. Muito tempo foi precisado
chegue à conclusão que coerção de opinião é um engano, e só
uma parte do mundo ainda é convencida. Aquela conclusão, tão longe como posso eu
julgue, já é os mais importantes alcançaram por homens. Era o assunto de um
luta contínua entre autoridade e razão--o assunto disto
volume. A palavra autoridade requer algum comentário.
Se você pergunta para alguém como ele sabe algo, ele pode dizer, "eu estou usando isto
autoridade boa", ou, "eu li isto em um livro", ou, "é uma questão de
conhecimento comum", ou, "eu aprendi isto na escola." Quaisquer destas respostas
meios que ele aceitou informação de outros, enquanto confiando dentro o deles/delas
conhecimento, sem verificar as declarações deles/delas ou idear o assunto,
para ele. E a maior parte da maioria do conhecimento dos homens e convicções é
deste tipo, levado sem verificação dos pais deles/delas, professores,,
conhecidos, livros, jornais. Quando um menino inglês aprende francês, ele,