J. B. (John Bagnell) Bury
Capítulo 36
embale, caiu morto em uma terra incompatível. Liberdade de pensamento
porém era completamente supresso.
Um dos meios mais eficazes por caçar abaixo heresia era o "Édito
de Fé" que recrutou as pessoas no serviço do Inquisição
e exigido todo homem para ser um informante. De vez em quando um certo
distrito foi visitado e um édito emitiu comandando esses que souberam
qualquer coisa de qualquer heresia para avançar e revelar isto, debaixo de medroso
penalidades temporal e espiritual. Por conseguinte, ninguém era livre de
a suspeita do neighbours dele ou até mesmo da própria família dele. "Nenhum mais
dispositivo engenhoso foi inventado para dominar uma população inteira, para
paralise seu intelecto, e reduzir isto
[61] encobrir obediência. Elevou delação ao grau de alto
dever religioso."
O processo empregou nas tentativas desses acusados de heresia na Espanha
rejeitado todo meios razoáveis para o ascertainment de verdade. O
era assumido que o prisioneiro era culpado, o fardo de provar a inocência dele,
descansado nele; o juiz dele era virtualmente seu promotor. Tudo testemunham
contra ele, porém infame, foi admitido. As regras por permitir
testemunhas para a acusação eram negligentes; esses por rejeitar as testemunhas
para a defesa era rígido. Judeus, Moriscos, e criados poderiam dar
evidência contra o prisioneiro mas não para ele, e a mesma regra se aplicou
para kinsmen para o quarto grau. O princípio em qual o Inquisição
procedido era aquele cem inocente melhor deveria sofrer que um
fuga de pessoa culpada. Foram concedidas indulgências a qualquer um que
madeira contribuída para a pilha. Mas o tribunal do Inquisição fez
não condena à estaca, para a Igreja não deve ser culpado de
o shedding de sangue. O juiz eclesiástico pronunciou o prisioneiro
ser um herege de de quem conversão não havia nenhuma esperança, e o deu
em cima de (o "relaxou" era o termo oficial) para a autoridade secular,
perguntando e carregando o magistrado para o tratar benignantly e