J. B. (John Bagnell) Bury
Capítulo 25
sua intenção era política, promover união e lealdade,; e não é
surpreendendo que esses que denunciaram isto devem
[44] seja suspeitado de um espírito desleal. Mas deve ser notado que lá
não era nenhuma necessidade por qualquer cidadão levar parte nesta adoração. Não
foi requerida conformidade de qualquer habitante do Império que não era
servindo o Estado como soldados ou functionaries civil. Assim o efeito
era excluir os cristãos de exército e carreiras oficiais.
As Desculpas para Cristianismo que se apareceu a este período (segundo
século) poderia ter ajudado, se os Imperadores (a quem eram alguns deles
se dirigido) tinha os lido, confirmar a visão que era um político
perigo. Teria sido fácil de ler entre as linhas que, se o
Cristãos já adquiriram a mão superior, eles não poupariam os cultos de
o Estado. O trabalho contemporâneo de Tatian (UM Discurso para os gregos)
revela isso que os Apologistas mais ou menos buscado disfarçar, invencível
ódio para a civilização na qual eles viveram. Qualquer leitor do
Literatura Cristã do tempo pode ver isso em um Estado
onde os cristãos tiveram o poder não haveria nenhuma tolerância de outro
religioso pratica. [4] se os Imperadores fizessem uma exceção para o deles/delas
política tolerante no caso de Cristianismo, o propósito deles/delas era
salvaguarde tolerância.
[45]
No terceiro século a religião, embora ainda proibisse, era totalmente
abertamente tolerado; a Igreja se organizou sem encobrimento;
conselhos eclesiásticos ajuntaram sem interferência. Havia alguns
sumário e tentativas locais a repressão, havia só uma sepultura
perseguição (começado por Decius, D.C. 250, e continuou através de Valeriana). Em
fato, ao longo deste século, não havia muitas vítimas, entretanto,
depois os cristãos inventaram uma mitologia inteira de martírios. Muitos
foram imputadas crueldades a Imperadores debaixo de quem nós sabemos que a Igreja
paz perfeita desfrutada.
Um período longo de confusão civil na qual o Império parecia ser