Capítulo 42
as pessoas romanas, o intimide, para prevenir um maior número de
Alemão que são trazidos em cima da Reno, e poderia proteger todo o gaulês de
as afrontas de Ariovistus."
XXXII.--Quando esta fala tinha sido entregada por Divitiacus, tudo que eram,
presente começou com lamentação alta para pedir ajuda de César.
O César notou que o Sequani seja as únicas pessoas de tudo que não fizeram nenhum
dessas coisas que os outros fizeram, mas, com os diretores deles/delas se curvou abaixo,
contemplado na terra em tristeza. Desejando saber o que era a razão disto
administre, ele indagou deles. Nenhuma resposta fez o Sequani fazem, mas
silenciosamente continuado na mesma tristeza. Quando ele teve repetidamente
indagado deles e não pôde extrair nenhuma resposta nada, o mesmo
Divitiacus que o Aeduan respondeu, que--"o lote do Sequani era mais
miserável e doloroso que o do resto, nesta conta, porque
eles durst só nem mesmo em segredo reclame ou suplique ajuda; e
estremecido à crueldade de Ariovistus [até mesmo quando] ausente, da mesma maneira que se ele
estava presente; para, para o resto, apesar de de tudo, havia um
oportunidade de vôo dada; mas todas as torturas devem ser suportadas pelo
Sequani que tinha admitido Ariovistus dentro dos territórios deles/delas e de quem
cidades eram tudo no poder dele."
XXXIII.--César, em estar informado destas coisas, alegrou as mentes de
os gauleses com as palavras dele, e prometeu que este afazeres deveria ser um
objeto da preocupação dele, [dizendo] que ele teve grande espera aquele Ariovistus,
induzido ambos pela bondade dele e o poder dele, acabaria com seu
opressão. Depois de entregar esta fala, ele despediu a assembléia;
e, além dessas declarações, muitas circunstâncias o induziram pensar
que este afazeres deveria ser considerado e deveria ser levado para cima por ele; especialmente
como viu ele que o Aedui, nomeou [como tinham sido eles] repetidamente pelo
os "irmãos" de senado e "kinsmen", foi segurado no thraldom e domínio