Capítulo 33
presença; ele implora e o exorta, que, sem ofensa para seu
sentimentos, ele ou se pode passe julgamento nele [Dumnorix] depois de
tentando o caso, ou então ordena o [Aeduan] estado para fazer assim.
XX.-Divitiacus, enquanto abraçando o César, começa a implorar o, com muitos
lágrimas, que "ele não proferiria sentença muito severa em seu
irmão; dizendo, que ele sabe que esses [custos] é verdade, e isso
ninguém sofreu mais dor naquela conta que ele fez; para quando
ele poderia efetuar uma muito grande transação pela influência dele em casa e
no resto de gaulês, e ele [Dumnorix] muito pequeno por causa de seu
mocidade, o posterior tinha ficado poderoso pelos meios dele que dão poder a e
força ele não só usou ao se diminuir do dele [Divitiacus]
popularidade, mas quase para a ruína dele; porém, que ele foi influenciado
ambos por afeto fraternal e por opinião pública. Mas se qualquer coisa mesmo
severo de César deveria o acontecer [Dumnorix], ninguém pensaria isso
tinha sido terminado sem o consentimento dele, desde que ele segurou tal um lugar
na amizade de César; de qual circunstância que surgiria que o
seriam alienados afetos do todo de gaulês dele." Como era ele
com mendicância de lágrimas estas coisas de César em muitas palavras, o César leva
a mão direita dele, e, o confortando, lhe implora que faça um fim de
pedindo, e o assegura que a consideração dele para ele é tão grande que ele
perdoa ambos os danos da república e as injustiças privadas dele, a
o desejo dele e orações. Ele chama Dumnorix a ele; ele traz dele
irmão; ele mostra o que ele censura nele; ele se deita antes dele isso que
ele dele percebe, e o do qual o estado reclama; ele o adverte
para o futuro evitar todos os chãos de suspeita; ele diz que ele
perdões o passado, por causa do irmão dele, Divitiacus. Ele fixa os espiões
em cima de Dumnorix que ele pode poder saber o que ele faz, e com quem ele
comunica.
XXI.--Estando no mesmo dia informaram pelos exploradors dele que o inimigo teve