Capítulo 78
"Madjor Shaughnessy?"
Mazaro sorriu zombeteiramente.
"Prefeito Shaughness", ele disse; "oh, não; não Prefeito Shaughness!"
Pauline poderia ficar nenhum mais longo; escape ela deve, entretanto está em Manuel
A mesma face de Mazaro. Virando novamente e olhando para cima na face de Galahad dentro
um grande medo, ela abriu os lábios dela para falar, mas--
"Prefeito Shaughness", continuou o cubano; "_he_ nev'r-um lo-va você'
thaughter."
Galahad estava repondo a moça da porta com a mão dele.
"Pauline", ele disse, "é uma mentira!"
"Um', Senor", procurou o cubano, "se um era possiblee você' thaughter para
lo-va heem, um-wouth-um seja ruim-um kine em worlt; mas, Senor, _I_",--
M. D'Hemecourt fez um sinal majestoso para silêncio. Ele tinha retomado o seu
presida, mas seja mais uma vez rosa para cima, levou o chapéu do cubano da mesa e
enternecido isto a ele.
"Manuel Mazaro, você 'ave"--
"Senor, eu goin' lhe" fale--
"Manuel Mazaro, você",--
"Barco-um Senor"--
"Brote, Manuel Maz"--
"Senor, escuse-um eu"--
"Huzh!" chorado o homem velho. "Manuel Mazaro, você ave engana' eu! Você 'ave
_mocque_ eu, Manu",--
"Senor", chorou Mazaro, "eu jurar-um para você que todos-um isso que eu sayin'
ees-um"--
Ele parou espantado. Galahad e Pauline estavam antes dele.
"O que é?" perguntado para o homem de olhos azuis, com um olhar de delícia quieta em seu,
enfrente, como Mazaro imediatamente se lembrou de ter visto nisto uma noite
quando Galahad estava sendo atirado a no Restaurante de Bezerro Chupando em St.
Peter Street.
A mesa estava entre eles, mas a mão de Mazaro foi para cima para o
atrás do casaco-colarinho dele.
"Ah, ah!" chorou o irlandês, enquanto tremendo a cabeça dele com um sorriso mais largo e
empurrando o threateningly de mão dele no peito dele; "não faça ye fazem isso!
só fala de yer de fim."
"Ser-um notthin'", disse o cubano, enquanto tentando sorrir atrás.
"Yer um liur", disse Galahad.
"Não", disse Mazaro, enquanto ainda empreendendo sorrir pela agonia dele; "z-era