Capítulo 73
crianças sobre os pés dela. A companhia fora da porta era um pouco
mais magro que comum. M. D'Hemecourt não estava entre eles, mas estava sentando
no quarto atrás do café. A mesa longa que a sociedade de enterro
usado nas reuniões deles/delas estendidas pelo apartamento, e um abajur teve
sido colocado nisto. M. D'Hemecourt sentou pelo abajur. Defronte ele era um
presida que parecia esperando um ocupante esperado. Ao lado do homem velho
sentado Pauline. Eles estavam falando em meia-vozes cautelosas, e em francês.
"Não", ela parecia insistir; "nós não sabemos que ele recusa vir. Nós
só sabe que o Manuel diz assim."
O pai tremeu a cabeça dele tristemente. "Quando tem ele já calmo fora três
noites junto antes de?" ele perguntou. "Não, minha criança; é intencional.
O Manuel lhe urge que venha, mas ele só envia desculpas pobres."
"Mas", disse a menina, enquanto obscurecendo a face dela do abajur e falando com
um pouco de subitaneidade, "por que o tem não enviado palavra a ele por algum outro
pessoa?"
M. D'Hemecourt olhou para a filha dele um momento, e então sorriu a
a própria simplicidade dele.
"Ah!" ele disse. "Certamente; e isso é o que eu vou--corra fora, Pauline.
Há Manuel, agora, de antemão!"
Um passo foi ouvido dentro do café. A moça, entretanto ela soube o passo
não era Mazaro, subiu apressadamente, abriu a mais próxima porta, e
desaparecido. Ela tinha fechado isto apenas atrás dela quando Galahad
Shaughnessy entrou no apartamento.
M'Hemecourt se levantou, surpreso e confuso.
"Bom-igualando, Munsher D'Himecourt", disseram o irlandês. "Munsher
D'Himecourt, eu sei que está contra regras--eu digo, eu sei que está contra regras
entrar aqui, but"--sorridente,--"eu quero ter um wurd privado com ye.
Eu digo, eu quero ter um wurd privado com ye."
No armário de garrafas sorriu a moça triunfalmente. Ela também esfregou
o orvalho da testa dela, para o lugar era muito íntimo e morno.
Com o pai dela estava nenhum triunfo. Nele foram entrosadas tristeza e dúvida assim