Capítulo 68
de seu abrigo acostumado. Freqüentadores do des de Café Refugies também
se apareceria. Um portão pequeno no jardim-cerca íntimo os deixou em um
se aloje atrás do café próprio, e logo o apartamento estaria cheio
de escuro-visaged homens que conversam no baixo, cortês tom comum a
a raça deles/delas. As venezianas de portas e janelas estavam fechadas e as rachas
parado com algodão; algumas pessoas são tão ciumentas de observação.
Em uma certa noite depois que um destas reuniões tivesse dispersado dentro seu
modo estranho, os sócios que se aposentam de dois em dois a intervalos, Manuel,
Mazaro e M. D'Hemecourt eram esquerdos só, enquanto sentando íntimo junto dentro o
vagamente quarto iluminado, a oração anterior, o outro, sem agradável
semblante, assistindo. Parecia ao cubano jovem um próprio
precaução--ele foi feito de precauções--falar em inglês. A voz dele
era pouco audível.
"---- sayce para mim, 'o Manuel, ela t-theeng eu querer-n se casar hore.' Senor,
você shouth 'ave vê' ele riso!"
M. D'Hemecourt ergueu para cima a cabeça dele, e pôs a mão dele no jovem
o braço de homem.
"Manuel Mazaro", ele começou, w'ad de pai de iv" que você diz é aceno"--
O cubano interrompeu.
"Se é nenhum' t-thrue que você cairá Manuel Mazaro?--um' r-r-direito-um!"
"Não", disse o homem velho tenro, "não, brote h-eu sou de de pai de positeef Madjor
vá shood você."
Mazaro acernar com a cabeça, e ergueu um dedo para atenção.
"---- sayce para mim, 'o Manuel, você goin' contar-um Senor D'Hemecourt, eu fin'-um
você algum perto' um' corte-um você' ou de coração.' Um' eu sayce para heem-um, 'Barco-um
se Senor D'Hemecourt ele fin'-em' ou' frone Pauline "--
"_Silence!_" que fiercely choraram o homem velho. "Meu Deus! 'Sieur Mazaro, neider,
você, neider alguém helse s'all h'use de nem de mim a filha. É aceno
possib' o pai você spick de s'all ele! Eu não enlato thad de pearmid."
Enquanto o homem velho estava falando estas palavras veementes, o cubano era