Capítulo 40
"Não, não é nada, nada, só that"--virando a cabeça dela de lado para,
apóie com uma ênfase lenta, emocional, "Miche Vignevielle é o
melhor--_best_ tripulam na terra do Deus bom!"
Azeitona puxou uma cadeira perto da mãe dela, se sentou e levou o pequeno
mãos de amarelo no próprio colo branco dela, e olhou ternamente nos olhos dela.
Senhora Delphine se sentia rendendo; ela tem que fazer um espetáculo de contar
algo:
"Ele lhe enviou esses pássaros!"
A menina retirou a face dela um pequeno. A pequena mulher se virou,
tentando esconder o sorriso choroso dela em vão, e eles riram junto,
Azeitona que entrosa o beijo aficionado de uma filha com a risada dela.
"Há qualquer outra coisa", ela disse, "e você me falará."
"Sim", a Senhora respondida Delphine, "só me deixe é composto."
Mas ela não adquiriu assim. Depois na manhã ela entrou a Azeitona com o
tímido ainda proposta surpreendente que eles fariam o para o qual eles puderam
ilumine o quarto dianteiro longo-negligenciado. Azeitona era mística e
preocupado, mas consentiu, e logo após a rosa de espíritos da mãe.
O trabalho começou, e agora resultou todo o golpeando, o rodando,,
o levantamento e abaixando, o aumento e engolindo de pó, e
os cheiros de aguarrás, bronze, púmice e trapos lanosos para os que vão
caracterize o _emeute_ de uma empregada; e ainda, como o trabalho
progredido, Senhora o coração de Delphine cresceu claro, e o pequeno preto dela
olhos brilharam.
"Nós gostamos de uma sala de estar limpa, minha filha, embora ninguém já esteja próximo
nos ver, eh?" ela disse, como entrando no apartamento que ela sentou afinal
abaixo, tarde pela tarde. Ela tinha vestido o melhor traje dela.
Azeitona não era responder lá. A mãe chamou mas não adquiriu nenhuma resposta. Ela
rosa com um coração intranqüilo, e a conheceu alguns passos além da porta que
aberto no jardim, em um caminho do qual surgiu um velho engradado
pavilhão. Azeitona estava se aproximando lentamente, a face dela pálido e selvagem. Havia