Capítulo 34
para Nova Orleães estava atrás do mundo à moda, e Senhora Delphine
e a filha dela esteja atrás de Nova Orleães. Um lenço delicado, pálido azul,
de estame ligeiramente enredado, caia de qualquer assuma abaixo ao lado dela
mãos. O olhar que estava curvado nela mudou perforce a um de suave
admiração. Ela parecia a deusa do jardim.
Azeitona olhou para cima. Senhora Delphine não estava preparado para o movimento, e
naquela conta repetiu a pergunta dela:
"Em o que está pensando você?"
O sonhador levou a mão que foi posta em seu entre as próprias palmas dela,
dobrado a cabeça dela, e lhes deu um beijo macio.
A mãe submeteu. Portanto, no silêncio que seguiu, um
a consciência de filha sentia o fardo de ter retido uma resposta, e
Azeitona disse agora, como sentou o par, enquanto observando no céu:
"Eu estava pensando no sermão de Jerome Semelhante."
Senhora que Delphine tinha temido assim. Azeitona tinha se mantido nisto desde então o dia
foi orado. A mãe pobre estava quase pronta para se arrepender já tendo
a disposto a oportunidade de ouvir isto. Carne e bebida tinham se tornado de
valor secundário para a filha dela; ela alimentou no sermão.
Azeitona sentia o pensamento da mãe dela e soube que a mãe dela a conheceu próprio;
mas agora que ela tinha confessado, ela faria uma pergunta:
"Você pensa, _maman_ que Jerome Semelhante conhece que era eu que deu isso
missal?"
"Não", disse Delphine para Senhora, "eu estou seguro ele não faz."
Outra pergunta veio mais timidamente:
"Faça--você pensa que ele conhece _him_?"
"Sim, eu faço. Ele disse no sermão dele que ele fez."
Ambos permaneceram por muito tempo muito ainda, enquanto assistindo a lua que plana dentro
e por entre as nuvens escuro-e-brancas pequenas. Afinal a filha
falado novamente.
"Eu desejo que eu fosse Semelhante--eu desejo que eu fosse tão bom quanto Jerome Semelhante."
"Minha criança", disse Delphine, o tom dela traindo um chamando doloroso, para Senhora
de força dizer o que ela tinha faltado a coragem para proferir,--"minha criança,