Capítulo 26
"Eu fiz assim este mesmo dia!" ela respondeu, com mais felicidade nela
olhos que Jerome Semelhante já teve antes visto lá.
"Senhora Delphine", ele disse, o próprio olhos brilhando dele, "faça _him_ seu
o guardião de filha; para mim, sendo um padre, não seria melhor;
mas lhe pergunta; Eu acredito que ele não o recusará."
Senhora a face de Delphine ainda cresceu mais luminosa como falou ele.
"Estava em minha mente", ela disse.
Ainda para a Senhora tímida Delphine que muitas ninharias se tornaram, um depois de
outro, um impedimento para a fabricação desta proposta, e muitas semanas
decorrido antes de demora adicional estava positivamente sem desculpa. Mas a
comprimento, um dia em maio, 1822, em um escritório privado pequeno atrás de Monsieur,
Vignevielle bancário-room,--ele que senta ao lado de uma mesa, e ela, mais,
tímido e recatado que já, tendo levado há pouco uma cadeira pelo door,--ela
dito, enquanto tentando, com riso um pequeno tímido, faça o assunto parecer
sem importância, e ainda com algum tremor de voz:
"Miche Vignevielle, eu guardo maguing meu testamento." (Tendo começado o deles/delas
conhecido em inglês, eles falaram nada mais.)
"'Tis um idy bom", respondeu o banqueiro.
"Eu mague parente você troub de de' a pai de kib vão fo' eu Miche Vignevielle?"
"Yez."
Ela observou com re-garantia grato; mas os olhos dela derrubaram novamente como
ela disse:
"Miche Vignevielle"--Here que ela sufocou, e começou o movimento estranho dela de
dobras se deitando na saia do vestido dela, com dedos trêmulos. Ela
erguido os olhos dela, e como eles conheceram o olhar de bondade funda e plácida
isso estava na face dele, um pouco de coragem devolveu, e ela disse:
"Miche."
"O estofe vara?" perguntado ele, suavemente.
"Se chega a eu morrer"--
"Yez?"
As palavras dela eram raramente audíveis:
"Eu vara você kyah de teg meu lill' a menina."
"Você 'ave um lill' a moça, Senhora Carraze?"
Ela acernar com a cabeça com a face dela abaixo.