Capítulo 1
UMA CASA VELHA.
Alguns passos do St. Charles Hotel, em Nova Orleães, o traz
e por Rua de Canal, a avenida central da cidade, e para isso
canto donde as flor-mulheres sentam às extremidades internas e exteriores o
calçada de arcaded, e faz o ar doce com o fragrante deles/delas
mercadoria. A multidão--e se está próximo o tempo do carnaval isto
será grande--seguirá Rua de Canal.
Mas você vira, ao invés, no modo quieto, estreito que um amante de
Antiguidade Crioula, em afeto para um passado romântico, ainda é propensa para
chame o Lamente Royale. Você passará por alguns restaurantes, alguns,
leilão-quartos, alguns mobília armazena, e apenas perceberá isso
você o deixou para trás a atividade e ruído de uma cidade de comerciantes
antes de você se achasse em uma região de decrepitude arquitetônica onde
um ancião e estrangeiro-parecendo vida doméstica, em segundas histórias,,
pende as ruínas de uma prosperidade comercial anterior, e em todo
coisa se acalmou um sabbath longo de decadência. Os veículos no
rua é poucos em número, e somente está atravessando; as lojas são
encolhido em lojas; você vê aqui e lá, como um remendo de luminoso
modele, a baia daquele fungo significante, o chinês. Muitos grande
portas estão fechadas e seguradas e crescidas cinza com teia de aranha; muitas rua
janelas são pregadas para cima; meio as sacadas são begrimed e ferrugem-comidas,
e muitas dos arcos úmidos e ruelas que caracterizam o mais velho
Pilhas Franco-espanholas de tijolo estucado traem uma esqualidez quase oriental.
Ainda beleza demora aqui. Não dizer nada do pitoresco, às vezes
você adquire visão de conforto, às vezes de opulência, pelo unlatched,
postigo em algum _porte-cochere_--vermelho-pintou pavimento de tijolo, folhagem de
palma escura ou banana pálida, mármore ou alvenaria de granito e florescendo
parterres; ou por uma racha entre algum par de pesado engorde
janela-veneziana, abriu com um quase cautela de réptil, seu olho adquire um
olhar rápido de ate e tapeçaria de brocado, prata e bronze, e muito